Projeto X 234 – Stranger Things 2

sábado 23 de dezembro de 2017, por Projeto X Podcast
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E sejam bem-vindos ao Mundo Invertido do Projeto X Podcast! Neste episódio, comentaremos sobre a segunda temporada de uma das séries mais aguardadas do ano, Stranger Things, nossas impressões, expectativas e teorias. Então pegue seu taco de beisebol, aperte o play e venha conosco, e lembre-se de que monstrinhos perdidos não são animais de estimação.

Confira nesse podcast:

  • Quem é o espião do Projeto X Podcast
  • Jin, a pessoa que entende o Cthulhu
  • E qual foi o membro que terminou a gravação no Mundo Invertido

Participantes:

  • Mugi, Jin e Seiji

Produção:

  • Pauta: Drih
  • Edição do Podcast: Drih
  • Edição do Caixa de Entrada: Seiji

Contato:

Links:

Trilha sonora do podcast:

  • Opening Theme - Stranger Things 2 OST
  • Whip It - Devo
  • Girls on Film - Duran Duran
  • Runaway - Bon Jovi
  • Shout at the Devil - Mötley Crüe
  • This is Radio Clash - The Clash
  • Hammer to Fall - Queen
  • Twist of Fate - Olivia Newton John
  • Walking in Hawkins - Stranger Things 2 OST
  • Thriller - Michael Jackson
  • Just Another Day - Oingo Boingo
  • Rock You Like a Hurricane - Scorpions
  • Eulogy - Stranger Things 2 OST
  • Time After Time - Cyndi Lauper
  • Spooky Moves - Gary Paxton
  • Monster Mash - Bobby “Boris” Pickett & The Crypt-Kickers
  • Every Breath You Take - The Police
  • Happy Xmas (War is Over) - John Lennon
  • Ghostbusters - Ray Parker, Jr.
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Comentários

Comentários

  • http://japindica.blogspot.com/ rafataira

    como caguei para stranger things, Acho que so vou ouvir Caixa de entrada ou os últimos 25 minutos de podcast.

  • http://rafaelhq.com RAFAEL HQ

    Vi a primeira temporada e acho qualquer continuação dela desnecessária, por isso não vi e não verei essa segunda temporada

  • Henrique Tavares

    Concordo sobre a questão da “On”.

    Um dos elementos mais importantes de uma tradução é algo soar como ter sido escrito e pensado na língua alvo, e esse é o problema das maiorias das traduções ruins ou amadoras, de serem fieis ao extremo da literalidade. Por isso que temos a sensação de “enxergar” a língua original por trás da tradução.

    Não é porque algo fica melhor reduzido no original que necessariamente funciona na língua alvo. A facilidade e fluidez é sempre um caminho natural das pessoas se expressarem, e em inglês a redução é significativa e “El” tem uma boa sonoridade. “On” é apenas um único som a menos do “ze” que dá a sensação de redução desnecessária e forçada, como a falta de naturalidade se vê também pela consoante interrompida que gera o estranhamento no português.

    Narrativamente a redução possui o efeito de aproximação e intimidade, então não tem solução ideal nesse caso. Acredito que mantiveram por isso, com o custo de colocar a redução no uncanny valley do nosso idioma.